segunda-feira, 15 de outubro de 2018

No âmbito da disciplina de História, os alunos do Colégio de Amorim vão receber a visita do Doutor Flores, arqueólogo da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim. Pretende-se que os alunos aprendam sobre os trabalhos arqueológicos e a importância dos vestígios históricos, de maneira a perceberem como se chega ao conhecimento histórico.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

V Conversas com História

No âmbito da disciplina de História, os alunos do Colégio de Amorim vão receber a visita do Doutor Flores, arqueólogo da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim. Pretende-se que os alunos aprendam sobre os trabalhos arqueológicos e a importância dos vestígios históricos, de maneira a perceberem como se chega ao conhecimento histórico.


terça-feira, 12 de setembro de 2017

Descoberta de túmulo Egípcio



   Funcionários do Ministério das Antiguidades descobriram o túmulo de Amenemhat e sua esposa, Amenhotep. Este era um ourives que terá vivido entre 1550 a. C. e 1292 a. C., durante a 18.ª dinastia, conhecida por nela terem governado os faraós Aquénaton, sua esposa Nefertiti e Tutankhamon.  
  A entrada para o túmulo, construído junto ao Vale dos Reis, leva a uma câmara quadrangular, onde, num nicho, estão as estátuas do casal, sentadas. Entre as pernas destes encontra-se uma estátua mais pequena de um filho. Tal é uma ocorrência pouco usual já que normalmente este era o lugar reservado às filhas ou noras. 
  As escavações encontraram dois tuneis no túmulo, sendo que num deles foram encontrados vestígios de enterramentos da 21.ª e da 22.ª dinastias, e no outro se encontraram múmias com a cara descoberta, o que demonstra que o túmulo foi reutilizado e mexido. Os responsáveis esperam ainda realizar mais descobertas já que vestígios na zona apontam para essa possibilidade.


 

  Mais informações em: http://www.smithsonianmag.com/smart-news/new-kingdom-goldsmiths-tomb-discovered-egypt-180964840/?utm_source=smithsoniandaily&utm_medium=email&utm_campaign=20170911-daily-responsive&spMailingID=30554774&spUserID=MTI4NzQ2MDY1MjkyS0&spJobID=1121342594&spReportId=MTEyMTM0MjU5NAS2

 


quarta-feira, 6 de setembro de 2017

A colonização da Austrália



A descoberta no norte da Austrália de artefactos sofisticados, escavados em enormes refúgios rochosos, indica que a chegada dos povos aborígenes ocorreu 18 mil anos antes do que se pensava, cerca de 65 000 anos.
Os arqueólogos afirmam ter encontrado os machados de pedra e os lápis de cera - provavelmente usados para fins artísticos - mais antigos do mundo. A descoberta reescreve a história da chegada dos indígenas australianos, considerada a civilização “contínua” mais antiga do mundo. Pensa-se que os povos faziam viagens das ilhas do sudeste asiático para o pequeno continente quando o nível das águas era mais baixo.
A teoria Modelo Fora de África [Out of Africa] procura identificar a primeira vez que humanos abandonaram o continente africano. As datas deste feito são muito debatidas e variam entre os 60 mil aos 100 mil anos atrás. A investigação usou dados de datação por radiocarbono para amostras de carvão, mas a técnica tem um limite de cerca de 50 mil anos.
Para ir além do tempo estipulado, a equipa de arqueólogos utilizou o método de luminescência ótica estimulada [OSL]. Esta nova técnica serve para medir o tempo – no material escavado – passado desde que os grãos minerais foram expostos pela última vez à luz solar. Desta forma, a pesquisa captou um prazo muito mais preciso da era anteriormente desconhecida.


 

Para mais informações: