quarta-feira, 1 de setembro de 2021

Fósseis achados em Marrocos mudam o que sabemos sobre a origem da humanidade

 

A teoria de que o homem moderno evoluiu em um único "berço de humanidade" há 200 mil anos no leste da África perdeu sustentação científica, graças a novas pesquisas recém-divulgadas.

Fósseis dos cinco mais antigos humanos (Homo sapiens) de que se tem notícia foram encontrados no norte africano (Jebel Irhoud), mostrando que o Homo sapiens emergiu ao menos 100 mil anos antes do que se pensava.

https://www.bbc.com/portuguese/geral-40182666

Reconstrução do primeiro crânio de Homo sapiens, de Jebel Irhoud (Marrocos) 

 Reconstrução do primeiro crânio de Homo sapiens, feito com base em ressonâncias de múltiplos fósseis originais

 

 Ferramentas de pedra 

Algumas das ferramentas de pedra escavadas pela equipe de Hublin: é mais uma prova de que os indivíduos de Jebel Irhoud não apenas se pareciam com Homo sapiens como faziam coisas típicas de Homo sapiens

segunda-feira, 26 de julho de 2021

Do chapéu e do leque

Pela primeira vez, as coleções do Museu da Chapelaria e do Museu Nacional do Traje reúnem-se numa exposição que procurará apresentar alguns dos mais singulares e requintados leques, chapéus, toucados e acessórios de cabeça de mulher, homem e criança usados em todo o mundo.

Ao longo da História foram milhares os acessórios de moda criados nos mais variados formatos, cores, materiais e temáticas entre os quais o chapéu e o leque terão tido especial relevância. Criados para servir como meio de proteção ou armas, utilizados como meio de comunicação e afirmação social, cobiçados como objetos de design ou verdadeiras obras de arte, o chapéu e o leque representam uma importante parte da diversidade cultural das sociedades do mundo.


 


segunda-feira, 19 de julho de 2021

Ciclo de palestras sobre Almada Negreiros

Trata-se de um projeto transdisciplinar, que resulta da colaboração entre a Universidade de Évora, a Direção-Geral do Património Cultural, o Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e a APL.

O projeto ALMADA pretende estudar pela primeira vez com técnicas de imagem e de análise o legado de pintura mural de Almada Negreiros, uma das figuras-chave da vanguarda e do modernismo em Portugal.

Os objetivos são a identificação e caracterização das técnicas pictóricas, constituintes dos suportes e das camadas cromáticas, e suas implicações nos processos de deterioração para sua conservação futura.

Programa 2021

  • Palestra 1, 18 Junho
    A Encomenda no contexto da obra de Almada Negreiros
    Mariana Pinto dos Santos
  • Palestra 2, 16 Julho
    Almada? Artes Menores?
    Carlos Bartolo
  • Palestra 3, 17 Setembro
    As obras da igreja de N. Sra de Fátima na génese da pintura mural de Almada. A primazia do vitral
    Raquel Henriques da Silva
  • Palestra 4, 15 Outubro
    Materialização e materialidade na geometria de Almada
    Simão Palmeirim e Pedro Freitas
  • Palestra 5, 19 Novembro
    As brigadas de restauro do IJF nas pinturas murais de Almada Negreiros – perspectiva da conservação e restauro
    Irene Frazão, Michelle Portela, Gabriela Carvalho
  • Palestra 6, 17 Dezembro
    As Ciências do Património ao serviço da arte Mural de Almada Negreiros. O caso de estudo do Mapa-Mundi no edifício DN
    Milene Gil, Mafalda Costa, Sara Valadas, Ana Cardoso

https://almadanegreiros.uevora.pt/#about_project 

Descoberta de sinais da presença humana em Matosinhos há 4 mil anos

Um povoado pré-histórico, datado da Idade do Bronze (cerca de dois mil anos antes de Cristo) e um cemitério romano foram descobertos no início de Julho, em Lavra, Matosinhos.

A abertura de uma vala para a colocação de um muro na Rua da Antela, resultou na descoberta de “vestígios arqueológicos de rituais funerários inéditos” no concelho e numa área próxima foram identificadas “várias sepulturas de época romana, estando presentes quer o ritual funerário de incineração, quer ainda o ritual de inumação do corpo, assim como vários objectos arqueológicos associados às sepulturas”.

“As deposições mais antigas, do século I-II d.C., são pequenos covachos onde foram realizadas deposições com restos de ossos incinerados. Sobre a caixa foram colocados potes em cerâmica e outros objectos. Para além de ser a primeira vez que se encontra em Matosinhos este tipo de ritual funerário, isto também faz recuar a ocupação romana desta zona para uma época mais antiga do que conhecíamos até agora”.

 

 https://www.publico.pt/2021/07/15/local/noticia/achado-arqueologico-prova-presenca-humana-matosinhos-ha-quatro-mil-anos-1970567

segunda-feira, 12 de julho de 2021

Nendertais e o comportamento simbólico

 Descoberta de um osso com gravuras feitas por neandertais com, pelo menos, 51 mil anos pode ser mais uma prova de que estes humanos, à semelhança do Homo sapiens, tinham comportamentos simbólicos. O osso, uma falange de um veado gigante já extinto (Megaloceros giganteus), foi encontrado numa gruta no Norte da Alemanha e tinha gravado umas linhas individuais que seguiam um padrão.

 https://www.publico.pt/2021/07/07/ciencia/noticia/osso-veado-esculpido-prova-comportamento-simbolico-neandertais-1969124

 


 

 

segunda-feira, 5 de julho de 2021

Sugestão para as férias

Durante as férias veja a série "Vento Norte", que nos conta a história dos Mello, uma família aristocrata do Minho, no início do século XX. Mas, em paralelo, segue também a vida dos seus criados. Tudo se passa nos anos após a Primeira Guerra Mundial, entre 1918 e 1926. Uma história de costumes onde os segredos e as tramas políticas se misturam com amores impossíveis e paixões arrebatadoras.

  https://shar.es/aWboHE